Post de hoje é sobre a série, o filme, a peça e o livro: Meu Passado Me Condena. Não é segredo pra ninguém o quanto eu sou apaixonada por qualquer coisa feita pelo Fábio Porchat; qualquer texto escrito pela Tati Bernardi e de bônus a Miá Mello que já virou queridinha só por fazer parte de tudo isso (e por dublar a Alegria em Divertida Mente). Agora imagina juntar os três em dose quadrupla (isso existe?). Vou falar um pouco da diferença dos quatro segmentos.

O SERIADO

O seriado Meu Passado Me Condena, passava no canal Multishow e teve duas temporadas.  No seriado, Wilson e Suzana são um ex-casal que continuam a trabalhar juntos numa pousada, apesar de estarem separados. Estes dão conselhos e fazem deboches com o jovem casal formado por Fábio e Miá, que mal se conhecem e se encontram em lua-de-mel. Para complicar os recém-casados adoram comparar o parceiro com os exs do passado que sempre vêm a tona em forma de flashbacks. Confesso, que só vi o seriado depois do primeiro filme, e senti a diferença porque no filme a Lua de Mel foi no navio, né? Enfim, é super engraçado o seriado, é bem curtinho (coisa de meia hora por episódio) e pra melhorar, você consegue ver online pelo site da Multishow.

O PRIMEIRO FILME

No primeiro filme, o Fábio e Miá são dois recém-casados que resolveram trocar alianças depois de apenas um mês de namoro. O casal decide passar a lua de mel em um cruzeiro que parte do Rio de Janeiro em direção à Europa. Porém, os dois logo descobrem que um ex-namorado dela e uma antiga paixão platônica dele também estão a bordo. O filme é divertidíssimo, e com uns diálogos incríveis, que por ter o roteiro da Tati Bernadi, não poderia ser diferente.

A PEÇA DE TEATRO

Na hora da foto eu fiz a besteira de falar que ia ficar na ponta do pé para ficar do tamanho deles, claramente não consegui.
Na hora da foto eu fiz a besteira de falar que ia ficar na ponta do pé para ficar do tamanho deles, claramente não consegui.

Fui assistir duas vezes a peça, e assistiria mais mil vezes, sem cansar! Na peça, temos o momento depois do casamento e antes da viagem para Europa. Ou seja, assistimos ao que seria a noite de nupcias do Fábio e da Miá, mas você acaba vendo tudo, menos isso. Eles já entram cumprimentando todo mundo, como se realmente estivéssemos no casamento deles. A peça dura 70 minutos e você vai se divertir do começo ao fim, juro! Muitas cenas você consegue se imaginar passando se já não passou. Sério, eu indico para todo mundo mesmo! Só pra vocês saberem, a peça acontece no Teatro Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569) de sextas e sábados às 21h e domingos às 19h. Os ingressos variam de R$80 a R$100 (inteiras). E tem classificação de 14 anos. Ah!! E outra coisa, quem assiste a peça “Meu Passado Me Condena” ganha 50% de desconto para assistir à peça “Fora do Normal” o stand up do Fábio Porchat (que vale super a pena também).

O SEGUNDO FILME

Já o segundo filme, mostra como está a vida do casal, três anos depois do casamento. E durante esse tempo, eles acabam caindo na rotina, afinal o Fábio continua trabalhando no buffet com o seu pai e acordando meio dia, enquanto a Miá dá duro como jornalista. Ela está cansada e durante uma briga resolve terminar – porém acontece um acidente com um parente não tão próximo do Fábio e eles precisam viajar as pressas para Portugal. Ele aproveita desse momento para apelar do emocional e tentar conquistar a Miá de volta. Gente, esse filme é tão legal quanto o primeiro. Não me arrependi de ter visto no cinema.

O LIVRO

livro meu passado me condena

Agora o livro, ele chegou ontem da Saraiva e eu li no mesmo dia. O livro é super curtinho, tem 120 páginas e é uma leitura dinâmica, porque são textos da nossa querida e amada Tati Bernardi (se você ainda não leu nada dela, por favor, pare o que você está fazendo agora e entre no mundo dela). O Marcelo Adnet, fez um comentário sobre ela, que eu assino em baixo: Vivemos em um mundo onde buscamos exemplos fora de nós, em capas de revistas ou padrões de comportamento, enquanto a Tati aposta em si mesmo para falar do mundo. E essa foi, sem dúvida, a melhor coisa que ela fez. Afinal toda mulher se identifica com algum texto dela. Ela consegue falar de uma forma as vezes até caricata, o que todas nós temos medo de expressar, de revelar. E acaba sendo até mais fácil assumir os sentimentos, quando alguém já conseguiu transportar para o papel, né?

No livro, além de diversos textos (que são basicamente sobre a Tati, mas sobre mim, sobre você, sobre todos..) ela narra o passado do Fábio e da Miá, de bônus ainda temos algumas cenas exclusivas do teatro, algumas alfinetadas nas redes sociais, e algumas falas curtas – que segundo ela: com o tempo você destila ódio até em diálogos mais curtos.

Se você é grande fã da Tati, assim como eu, vai reconhecer alguns textos e alguns tweets, mas nada que você fale “nossa, joguei meu dinheiro no lixo”. Não, quando vale a pena, você lê uma, duas, três vezes e não se cansa. Você ainda mostra para todas as amigas, forçando todas elas entrarem no mesmo mundo que você.

Destaque para essa cena no livro: “Nunca, jamais, em hipótese alguma, chame um táxi. Repita comigo: NUNCA. Caso a moça não esteja motorizada, vamos às opções dignas: leva a moça, durma com a moça ou mate a moça. Mas nunca chame um táxi. Ah, e se for deixá-la no busão, faça um favor pra mim: “autoateie-se” fogo depois.” . Você encontra o livro nesse site.

Por hoje é só, mas e vocês, já viram algum filme? Já foram na peça? Já leram o livro? Conta pra mim 😀

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